sábado, 26 de julho de 2008

Menino de Rua

No despertar matutino
nos olhos abertos
a verdade aparece
O corpo descansado
do dia anterior
esconde-se
mas a rotina aparece
Levanta, sai, escova
Volta, descansa, deita
Levanta, escova, sai
Volta, descansa, deita
Uma máquina humana
Dotada de comportamentos
Desumanos! Do dia entristecido
No ponto do sinal de quatro tempos
Desperto! Esperando
uma alma humana, que enalteça
a vida de uma rotina incompleta
que nem o vermelho interrompa
ou o verde o completa!

2 comentários:

Angéllica Santos disse...

gostei me lembrou um poeta já conhecido, senti que tem musicalidade nesse poema, muito bom, parrbéns!

Net Esportes disse...

muito bom o poema, a rotina é uma dureza, quem a quebra é feliz com certeza !!!!

http://netesporte.blogspot.com/