Estado vegetativo do ser - humano
O desencontro da perspectiva com a vitória
Um amontoado de ações inúteis
Para uma vida incômoda
O querer e o ter
Tão distante quanto possível
O ver e o tocar
Tão difícil quanto impossível
Pensamentos inúteis
De uma mente pervertida
Munida de maldade
E deficiente da evolução
O bem-estar
Misturado com a ignorância
Debilitado de qualquer
Estágio de esperança
Buscando acima de tudo...
A regressão.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
O Subjetivo Coletivo
Dizemos coisas que não queremos!
Praticamos atos desnecessários!
Por que provar algo de superior, quando todos nós somos iguais?
Para quê usar máscaras e dissimulações para sermos aceitos em determinadas situações?
Transformando a nossa essência e destruindo nossa compaixão?
Por quê?
Por quê?
Fingir amores e amizades!
Destruir pessoas e paixões!
Para quê?
Para quê?
Se nada temos a provar é porque nada temos a aprender!
Ninguém sabe de nada até correr atrás daquilo que quer presenciar, mas por que aprender se muitas coisas aos olhos de muitos não precisam ser vivenciadas, pois certas experiências não precisam ser vividas e alguns amores não valem à pena!
Morremos várias vezes, de várias formas, mas porque permanecemos estáticos, inertes e ainda mortos?
Quando o que mais queremos é não errar e simplesmente ter de conviver consigo próprio, pois não conseguimos perdoar a ninguém quando o mais certo a ser perdoado é aquele quem o espelho reflete!
Por isso morro de novo!
Praticamos atos desnecessários!
Por que provar algo de superior, quando todos nós somos iguais?
Para quê usar máscaras e dissimulações para sermos aceitos em determinadas situações?
Transformando a nossa essência e destruindo nossa compaixão?
Por quê?
Por quê?
Fingir amores e amizades!
Destruir pessoas e paixões!
Para quê?
Para quê?
Se nada temos a provar é porque nada temos a aprender!
Ninguém sabe de nada até correr atrás daquilo que quer presenciar, mas por que aprender se muitas coisas aos olhos de muitos não precisam ser vivenciadas, pois certas experiências não precisam ser vividas e alguns amores não valem à pena!
Morremos várias vezes, de várias formas, mas porque permanecemos estáticos, inertes e ainda mortos?
Quando o que mais queremos é não errar e simplesmente ter de conviver consigo próprio, pois não conseguimos perdoar a ninguém quando o mais certo a ser perdoado é aquele quem o espelho reflete!
Por isso morro de novo!
domingo, 27 de julho de 2008
Como Escolher o Melhor Caminho?
Estamos tão acostumados a ouvir de terceiros que temos de escolher o melhor caminho a se percorrer, mas tal afirmação é completamente errônea, uma vez que caminho necessita de orientação, todas nossas orientações são exteriores a nós, partindo do principio da relatividade.
As nossas vidas são feitas de escolhas, e se temos escolhas, consequentemente, temos opções, são as nossas escolhas e as nossas opções que determinam quem nós somos.E onde entra o caminho?
O caminho, como eu disse anteriormente, necessita de orientação e partindo de tal premissa, conseguimos concluir, de forma análoga, que caminho corresponde a opções e escolhas.
Tira-se por conclusão que é bastante improvável de se escolher o melhor caminho, pois se as escolhas e opções partem de nós, obviamente nunca saberemos se foi o melhor caminho a se percorrer, a não ser que voltemos ao ponto inicial e tentemos novamente, só que não podemos esquecer que, uma vez que nossas escolhas e opções são feitas, elas afetam de forma ativa outras pessoas, desencadeando a teoria do caos, e o principio da causalidade.
Só restam a nós medir o que queremos, como obter tal resultado, ou seja, devemos estudar de forma minuciosa o que nos dão mais prazer individual, para que não soframos com os nossos erros, afinal: “errar é humano”.
Apenas estude as tuas escolhas e opções, assim você conseguirá ter uma vida mais produtiva.
As nossas vidas são feitas de escolhas, e se temos escolhas, consequentemente, temos opções, são as nossas escolhas e as nossas opções que determinam quem nós somos.E onde entra o caminho?
O caminho, como eu disse anteriormente, necessita de orientação e partindo de tal premissa, conseguimos concluir, de forma análoga, que caminho corresponde a opções e escolhas.
Tira-se por conclusão que é bastante improvável de se escolher o melhor caminho, pois se as escolhas e opções partem de nós, obviamente nunca saberemos se foi o melhor caminho a se percorrer, a não ser que voltemos ao ponto inicial e tentemos novamente, só que não podemos esquecer que, uma vez que nossas escolhas e opções são feitas, elas afetam de forma ativa outras pessoas, desencadeando a teoria do caos, e o principio da causalidade.
Só restam a nós medir o que queremos, como obter tal resultado, ou seja, devemos estudar de forma minuciosa o que nos dão mais prazer individual, para que não soframos com os nossos erros, afinal: “errar é humano”.
Apenas estude as tuas escolhas e opções, assim você conseguirá ter uma vida mais produtiva.
sábado, 26 de julho de 2008
Menino de Rua
No despertar matutino
nos olhos abertos
a verdade aparece
O corpo descansado
do dia anterior
esconde-se
mas a rotina aparece
Levanta, sai, escova
Volta, descansa, deita
Levanta, escova, sai
Volta, descansa, deita
Uma máquina humana
Dotada de comportamentos
Desumanos! Do dia entristecido
No ponto do sinal de quatro tempos
Desperto! Esperando
uma alma humana, que enalteça
a vida de uma rotina incompleta
que nem o vermelho interrompa
ou o verde o completa!
nos olhos abertos
a verdade aparece
O corpo descansado
do dia anterior
esconde-se
mas a rotina aparece
Levanta, sai, escova
Volta, descansa, deita
Levanta, escova, sai
Volta, descansa, deita
Uma máquina humana
Dotada de comportamentos
Desumanos! Do dia entristecido
No ponto do sinal de quatro tempos
Desperto! Esperando
uma alma humana, que enalteça
a vida de uma rotina incompleta
que nem o vermelho interrompa
ou o verde o completa!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Pesadelo
No calor da noite
Uma faísca de frio me corrói
O orgulho perdido
No abismo do medo
Nada me acolhe
O corpo inquieto
No suor induzido
Que nem o frio seca
Nem minha razão se inquieta
A noite longa esperando
Que na manhã apareça
A verdade concreta
Da Realidade Paralela
Que mostra o orgulho
E a vaidade de todas as pessoas
Que nem o medo corrompe
E a realidade desperta.
Uma faísca de frio me corrói
O orgulho perdido
No abismo do medo
Nada me acolhe
O corpo inquieto
No suor induzido
Que nem o frio seca
Nem minha razão se inquieta
A noite longa esperando
Que na manhã apareça
A verdade concreta
Da Realidade Paralela
Que mostra o orgulho
E a vaidade de todas as pessoas
Que nem o medo corrompe
E a realidade desperta.
sábado, 5 de julho de 2008
Influência Negativa
A fama e o estrelismo nada mais são do que vertentes de uma sociedade que cria modelos “perfeitos” de seres humanos, ditando modas e regras para uma sociedade que vive de aparências.
A fama na verdade é um mercado, e quando digo mercado, falo no sentido mais literal da palavra, quem disse que as novelas são os programas principais da televisão (na verdade elas sim são os comerciais) o que dá retorno financeiro são as pessoas, elas sim são as geradoras de capital.
Este mercado influencia de forma ativa o modo como os jovens pensam, muitos vão ao salão com uma foto e diz:
_Deixe-me igual a esta pessoa!
Pior do que um simples corte de cabelo seria o fato do fanatismo exacerbado, fazendo com que muitas pessoas vivam idealizando alguma pessoa famosa, passando a viver conforme o modo de vida da mesma, o que afeta de forma trágica a auto-suficiência do fanático.
Enquanto ficarmos idealizando o modo de vida dos famosos, perderemos de forma progressiva a nossa própria identidade, por que tudo é apenas questão de dinheiro.
Somos nós quem promove este mercado bilionário, e enquanto não conscientizarmos sobre o mal que isso causa, sofreremos com o nosso descaso!
A fama na verdade é um mercado, e quando digo mercado, falo no sentido mais literal da palavra, quem disse que as novelas são os programas principais da televisão (na verdade elas sim são os comerciais) o que dá retorno financeiro são as pessoas, elas sim são as geradoras de capital.
Este mercado influencia de forma ativa o modo como os jovens pensam, muitos vão ao salão com uma foto e diz:
_Deixe-me igual a esta pessoa!
Pior do que um simples corte de cabelo seria o fato do fanatismo exacerbado, fazendo com que muitas pessoas vivam idealizando alguma pessoa famosa, passando a viver conforme o modo de vida da mesma, o que afeta de forma trágica a auto-suficiência do fanático.
Enquanto ficarmos idealizando o modo de vida dos famosos, perderemos de forma progressiva a nossa própria identidade, por que tudo é apenas questão de dinheiro.
Somos nós quem promove este mercado bilionário, e enquanto não conscientizarmos sobre o mal que isso causa, sofreremos com o nosso descaso!
sexta-feira, 4 de julho de 2008
A Ignorância Racional
Pode o mundo acabar,
Que eu ainda assim continuarei rindo!
Rindo:
Da hipocrisia humana,
Do comodismo exacerbado,
Dos modismos que a sociedade impõe
Nessas pessoas que não tem discernimento!
Que acreditam até em Papai-noel.
Que são facilmente corrompidas pelas respostas
Dúbias, que são ecoadas através
Dos mecanismos de publicidades,
Que criam seres ignorantes,
que nem sabem quanto são 2 mais 2,
que esquecem a lógica e partem pra expressão:
“Só sei que é assim”.
E sabendo-se que é assim,
Não tem porque procurar o desconhecido!
Estamos tão acostumados a ser medíocres, que nos
Esquecemos que somos uma raça racional.
Mas como podemos ser racionais se não somos
Genitores de opiniões?
Pois calamos-nos nas mais
Absurdas idéias, dos mais caóticos seres pragmáticos,
Que ditam regras falsas para
Conter a massa popular!
Pois têm medo do que somos capazes!
Não somos políticos ou eclesiásticos,
Mas possuímos o poder da mudança!
Que eu ainda assim continuarei rindo!
Rindo:
Da hipocrisia humana,
Do comodismo exacerbado,
Dos modismos que a sociedade impõe
Nessas pessoas que não tem discernimento!
Que acreditam até em Papai-noel.
Que são facilmente corrompidas pelas respostas
Dúbias, que são ecoadas através
Dos mecanismos de publicidades,
Que criam seres ignorantes,
que nem sabem quanto são 2 mais 2,
que esquecem a lógica e partem pra expressão:
“Só sei que é assim”.
E sabendo-se que é assim,
Não tem porque procurar o desconhecido!
Estamos tão acostumados a ser medíocres, que nos
Esquecemos que somos uma raça racional.
Mas como podemos ser racionais se não somos
Genitores de opiniões?
Pois calamos-nos nas mais
Absurdas idéias, dos mais caóticos seres pragmáticos,
Que ditam regras falsas para
Conter a massa popular!
Pois têm medo do que somos capazes!
Não somos políticos ou eclesiásticos,
Mas possuímos o poder da mudança!
Lixo Virtual
Diariamente recebemos informações de praticamente todos meios de comunicações existentes, e achar que tudo que lemos ou ouvimos é verdade seria encarar de forma inocente a realidade que a cercam.
Há quem diga que estamos na “Era da informação”, duvidar de tal afirmação seria inviável, mas vale ressaltar o que disse Stephen Kanitz: é preciso colocar em prática a "vigilância epistêmica", ou seja, não podemos acreditar em tudo que lemos, ouvimos ou mesmo aquilo que nos é dito.
Hoje em dia é muito fácil achar algo que falte conteúdo, ou algo que não contenha relevância, pois vivemos na “Era da informação”, e a liberdade de expressão nos garante falar qualquer coisa, até algo que não tenha fundamento.
A globalização no que concerne a internet, ou outros meios de comunicação, praticamente “diminuiu o mundo”, tornou tudo acessível, até mesmo à postagem de um texto fulo na internet, e vale acrescentar de forma até perigosa, que na globalização o sinônimo de “Era da Informação” seria a “Era da Probabilidade”.
É fácil depararmos com textos de todas as formas na internet e podemos verificar que muitos textos não acrescentam nada a nossa cultura, muito pelo contrario, se torna desprezível ao vermos que não tem coerência alguma.
Kanitz expõe que devemos separar o joio do trigo, e para tal devemos ter o mínimo de discernimento, analisar de forma lógica e racional, usar nosso critério critico.
Estudos comprovam que crianças de até três são ingênuas, acreditam em tudo que vêem, por isso adoram mágicas, e que a partir dessa idade adquirem uma maior desconfiança, mas esquecem e voltam a ser como antes não distinguindo a verdade da mentira.
Devemos sempre estar à procura de novos conhecimentos para que não soframos com esse tsunami de informações que sempre nos atingem, e o único modo de salvação seria promover a vigilância epistêmica em nos próprios. Só não podemos nos esquecer de salvar os outros, por isso a vigilância epistêmica tem que ser propagada a todos.
Liberdades de expressão, sim, só não podem confundir tal palavra com exposição de palavras fulas ou pensamentos inexatos, devemos sempre agir conforme o bom-senso, apenas a verdade.
Há quem diga que estamos na “Era da informação”, duvidar de tal afirmação seria inviável, mas vale ressaltar o que disse Stephen Kanitz: é preciso colocar em prática a "vigilância epistêmica", ou seja, não podemos acreditar em tudo que lemos, ouvimos ou mesmo aquilo que nos é dito.
Hoje em dia é muito fácil achar algo que falte conteúdo, ou algo que não contenha relevância, pois vivemos na “Era da informação”, e a liberdade de expressão nos garante falar qualquer coisa, até algo que não tenha fundamento.
A globalização no que concerne a internet, ou outros meios de comunicação, praticamente “diminuiu o mundo”, tornou tudo acessível, até mesmo à postagem de um texto fulo na internet, e vale acrescentar de forma até perigosa, que na globalização o sinônimo de “Era da Informação” seria a “Era da Probabilidade”.
É fácil depararmos com textos de todas as formas na internet e podemos verificar que muitos textos não acrescentam nada a nossa cultura, muito pelo contrario, se torna desprezível ao vermos que não tem coerência alguma.
Kanitz expõe que devemos separar o joio do trigo, e para tal devemos ter o mínimo de discernimento, analisar de forma lógica e racional, usar nosso critério critico.
Estudos comprovam que crianças de até três são ingênuas, acreditam em tudo que vêem, por isso adoram mágicas, e que a partir dessa idade adquirem uma maior desconfiança, mas esquecem e voltam a ser como antes não distinguindo a verdade da mentira.
Devemos sempre estar à procura de novos conhecimentos para que não soframos com esse tsunami de informações que sempre nos atingem, e o único modo de salvação seria promover a vigilância epistêmica em nos próprios. Só não podemos nos esquecer de salvar os outros, por isso a vigilância epistêmica tem que ser propagada a todos.
Liberdades de expressão, sim, só não podem confundir tal palavra com exposição de palavras fulas ou pensamentos inexatos, devemos sempre agir conforme o bom-senso, apenas a verdade.
Assinar:
Comentários (Atom)
